sexta-feira, 23 de outubro de 2009

5.ª PUNKADA



Até há pouco tempo anunciava, com ar de sonho e resignação, a minha vontade de dançar...

Estes artistas não conhecem limites, vivem como se fosse muito fácil respirar.
E tiram-me o fôlego!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CONFISSÃO

Habituei-me muito ao “não posso” e fui ficando, ficando, ficando...

É tão prático aproveitar a canção de embalar. Não largar a barra da saia da mãe. Ser menina de cabelos brancos.

E depois? Depois quero, queria tanto... mas não posso.

Minha culpa, minha máxima culpa.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

PARA UMA AMIGA E A SUA LINDA DISTONIA

Não há cura, não há milagres, só a esperança que às vezes brinca e espreita atrás da porta, piscando o olho como a querer dizer por aqui, há um mundo novo para experimentar.
E porquê não? É só dar consentimento para que a ciência faça e aconteça, tenha mão segura para actuar no funcionamento íntimo do cérebro que é também alma e espírito, miolo agudo do Ser que, por sonhar, acredita por inteiro, de corpo e vida.
Depois, há circunstâncias bem sucedidas que enchem as notícias com aplausos de um Lázaro que caminha entre os que têm de esperar por outros deuses, por outros tempos mais futuros, por novas descobertas mais certas.

Ah, como é difícil superar as decepções, mesmo quando já estamos habituados a sermos livres e felizes.



O que é a distonia? Ver aqui.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SEM FUGAS


Há problemas que podem ser resolvidos com uma perna às costas.

Complicado é não tem como levar as pernas quando uma roda fura. E nem há lugar para pneu sobresselente.

Assim, cada parafuso no seu sítio certo: Ter pernas ou ter rodas não é a mesma coisa.

Quando se tenta acreditar neste tipo de fantasias, disfarça-se a realidade, aquela que para ser vivida tem de ser olhada de frente.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

JUÍZO E CABEÇA FRESCA


Se ao menos pudesse andar de canadianas, nem que fosse com um caminhar todo desajeitado (era pedir demais, bem sei...).
Mas, e se não tivesse movimentos involuntários? (quer dizer, se conseguisse estar mais quietinha...).
Pensando melhor, bastava-me controlar um braço. Ou só uma mão. Ou apenas um dedo...

Quero lá saber.

O que queria mesmo era falar bem.
Exagero, pois seria excelente, se falasse de uma forma minimamente perceptível.
Também não é preciso tanto e se falasse sem me babar, ficaria toda contente.

Que tontice: eu JÁ SOU CONTENTE PORQUE ME FALTA NADA, (só o juízo...)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

COISA IRRITANTE



Não poder assinar nenhum documento sem pôr o meu dedinho. Ainda bem que as toalhetes de bebé são óptimas para limpar a tinta.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

LANÇAMENTO DE NOVO LIVRO DE LURDES BREDA NA PRAIA DE MIRA

Dia 10 de Agosto
22:00 Horas
Largo da Barrinha / Praia de Mira



No próximo dia 10 de Agosto, pelas 22.00 Horas, a escritora Lurdes Breda estará presente na Feira do Livro de Mira, que se realizará no Largo da Barrinha, Praia de Mira, para o lançamento do seu mais recente livro infanto-juvenil “A Nuvenzinha Cor-de-Farinha”, com ilustrações de Carla Figueiredo — Curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas Artes — e Lurdes Breda, editado pela Textiverso.

Este livro inclui o texto “O Caracol Turbulento e o Ciclo da Água” (de teor pedagógico, que alerta as crianças para a importância da água no nosso planeta). Segue-se uma sessão de autógrafos.

A apresentação da obra estará a cargo de Ana Cristina Jorge, Professora do 1º Ciclo do Ensino Básico e, actualmente, a exercer a função de directora no Agrupamento de Escolas de Arazede, Montemor-o-Velho.

A sessão conta com a intervenção do Grupo Poético de Aveiro — do qual a autora é membro — na leitura de vários poemas subordinados ao tema da água.


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A escritora Lurdes Breda é natural do Concelho de Montemor – o – Velho. Frequenta o curso de Línguas e Literaturas Modernas – Variante Estudos Portugueses, da Universidade Aberta. Escritora premiada em diversos certames literários nacionais e internacionais. Entre a edição e a co-edição, possui editadas as seguintes obras: “O misterioso falcão de jalne”; “Asas de vento e sal”; “Zuleida, a princesa moura”; “Contos com Vinho Madeira – Cultura Madeirense na Forma Líquida”; “A Outra Face do Luar”; “Folhas ao Vento”; “Casa lembrada, Casa Perdida”.