Se ao menos pudesse andar de canadianas, nem que fosse com um caminhar todo desajeitado (era pedir demais, bem sei...). Mas, e se não tivesse movimentos involuntários? (quer dizer, se conseguisse estar mais quietinha...). Pensando melhor, bastava-me controlar um braço. Ou só uma mão. Ou apenas um dedo...
Quero lá saber.
O que queria mesmo era falar bem. Exagero, pois seria excelente, se falasse de uma forma minimamente perceptível. Também não é preciso tanto e se falasse sem me babar, ficaria toda contente.
Que tontice: eu JÁ SOU CONTENTE PORQUE ME FALTA NADA, (só o juízo...)
Dia 10 de Agosto
22:00 Horas
Largo da Barrinha / Praia de Mira
No próximo dia 10 de Agosto, pelas 22.00 Horas, a escritora Lurdes Breda estará presente na Feira do Livro de Mira, que se realizará no Largo da Barrinha, Praia de Mira, para o lançamento do seu mais recente livro infanto-juvenil “A Nuvenzinha Cor-de-Farinha”, com ilustrações de Carla Figueiredo — Curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas Artes — e Lurdes Breda, editado pela Textiverso.
Este livro inclui o texto “O Caracol Turbulento e o Ciclo da Água” (de teor pedagógico, que alerta as crianças para a importância da água no nosso planeta). Segue-se uma sessão de autógrafos.
A apresentação da obra estará a cargo de Ana Cristina Jorge, Professora do 1º Ciclo do Ensino Básico e, actualmente, a exercer a função de directora no Agrupamento de Escolas de Arazede, Montemor-o-Velho.
A sessão conta com a intervenção do Grupo Poético de Aveiro — do qual a autora é membro — na leitura de vários poemas subordinados ao tema da água.
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A escritora Lurdes Breda é natural do Concelho de Montemor – o – Velho. Frequenta o curso de Línguas e Literaturas Modernas – Variante Estudos Portugueses, da Universidade Aberta. Escritora premiada em diversos certames literários nacionais e internacionais. Entre a edição e a co-edição, possui editadas as seguintes obras: “O misterioso falcão de jalne”; “Asas de vento e sal”; “Zuleida, a princesa moura”; “Contos com Vinho Madeira – Cultura Madeirense na Forma Líquida”; “A Outra Face do Luar”; “Folhas ao Vento”; “Casa lembrada, Casa Perdida”.
Sempre que posso evito as caixas prioritárias dos super-mercados. Se há coisa que me desespera é passar à frente. Para quê, se estou sentada? Posso esperar, mas não me deixam, parece que é mesmo obrigatório... Bem, se é assim, vamos lá! Ainda bem porque quem me empurra, já mal se aguenta das pernas.
consegui aguentar-me com a minha velhinha máquina.
O problema foi no 9.º ano nos testes de geometria em que era preciso usar esquadro e compasso...
E agora?, perguntei à stôra que encolheu os ombros. Levei um 2 na pauta e mais nada... Salvei-me porque a senhora foi de licença de parto. Espero que tenha tido muitos meninos!
Já ninguém me liga, que seca... Parece que agora ser deficiente é a coisa mais normal do mundo. Já não consigo fazer com que as pessoas embasbaquem à minha volta. Nem me lançam o piropo: COITADINHA, MAL EMPREGADA!